terça-feira, 4 de agosto de 2015

Do Impulso II

Há muito o que se traduzir.
Há um integrar-se múltiplo e distinto de seres dentro do ser. 
Uma alquimia avassaladora toma conta das magias e metaficções que se interligam à vida.
Dentro do que está dentro, compõe-se o que é real e o que é ficção.
Para alguns o real não existe, pois, nunca foi compreendido.
Num jogo de tatear universos paralelos e construir realidades que consomem ao Self, o superego, nos salva das pequenas estruturas que nos absorvem. Cumprimos nosso "real" papel, mesmo nos deparando com as tais magias que nos metaficciona.
Ser duas para se encontrar consigo.
O que eu diria para mim?
O que eu faria por mim?
O que eu não seria, depois de me conhecer?
Seria metaficção de mim, um arranjo bom ou mau feito, uma bela obra, um grande desastre, tudo dependente de um contexto.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Pluralize.