terça-feira, 4 de agosto de 2015

Das [Des]construções II

Pega o facão dos versos e corta com maestria a carne dura da mediocridade.
Que o sangue que escorre, se transforme em poesia.
Que as marcas de cicatrizes posteriores anunciem liberdades e transgressões.
Que o livre arbítrio não seja golpeado pela caretice dos tradicionais da aparência.
Que a metáfora de um sangue poético reproduza a beleza de ser e afaste como mágica, qualquer tentativa equivocada de pertencer ao que não é.

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