quarta-feira, 11 de junho de 2014

Imago

Mesmo em poucas frases, algumas vezes, uma palavra define tudo o que você não disse, mas de alguma forma por ali passou, dai você guarda e só "relê" um tempo depois na tentativa de compreender o que é, o que sente e como lida com o que sente.
Nessas horas recorro a alguns livros, a um livro especifico e parece que ali me "salvo" dessa embriaguez sentimental que se apodera de mim. Costumo assumir minhas dores e alegrias, mas fui enjaulada e tentaram me submeter a Ordem, uma pena, minha espécie não sobrevive sem anarquia. História batida, clichê de "gente intensa", mas é assim mesmo, a gente é um pouco disso tudo e do que nega muito mais do que o que afirma.
 

Maíra, Helena, Luíza, Júlia...todas elas já foram parte de mim ou de alguém que eu quis ser.
Matei todas e pelo mesmo motivo: excesso.
Ontem conheci Ana e não espero nada, nem que seja bonita, muito menos inteligente, de Ana quero que ela venha e me descubra. Prefiro até encerrar por aqui e nem citar mais seu nome, melhor prevenir, melhor silenciar, deixa Ana chegar e vê o que acontece mais tarde. 

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