domingo, 9 de fevereiro de 2014

Recortes da Caixa de Pandora VI

Talvez eu te confunda em meus retratos, mitifico um personagem infantil.
Pelos teus olhos enxergo a minha neutralidade e uso em meu favor teus relatos. Tão segura quanto sã, aventuro minha alma nos caminhos do teu passado e através dos teus verbos conjugo minha crença, acreditando em nosso futuro mais que perfeito.
Entorpecida e envolvida, bebo-te diariamente e embriago-me em tua música. O instrumento que me faz assim prefere tuas notas, tuas cifras. Dedilha minha alma e me delata aos poucos, escancara o que de fato é seu.
Seja íntima, seja assim, seja agora.

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