domingo, 8 de maio de 2011

Anatomia

Compreender tua estrutura organizada e desvendar através da biogênese qual esse outro que te "criou", permitir desconstruir tua espécime e te deixar cru, afim de observar teu transmutar e me lançar no que seria teu infinito.

Cada limite pertencido e ignorado: compreender.

Cada sede não saciada, procurar causa e efeito.

Aplicar as leis universais do óbvio e descobrir que o devaneio não é só um capricho da imaginação.

Conscientizar em si mesmo aquilo que você nomeia, ignorando os ritos e pertencendo a um mesmo ritual.

Contrariando a ordem, pois todo ritual nasce do rito, sendo assim, faço minha parte e te transformo em Mito.

Mas sabes que não és fábula, o que eu sinto pode ser tocado, nomearia como simbiose a interação do sonho e do fato.

Contemplaria e classificaria tua cadeia.

Em transe navegaria em teu sistema para me perder e explorar intimamente tua caverna.

Doar-me sem medo, recusas, livremente como um tipo de fenômeno atmosférico; vento, ventania, aragem.

Saciar a impetuosidade de tua natureza e aceitar o plano sistemático de caça e caçador.

Nobre, cíclico e inteiro.





Um comentário:

  1. Gostei bastante do Blog.
    Muito interessante !

    É bom ver a cada dia que passa mais originalidade nessa "blogosfera". :)

    Deixo o meu aqui caso queira dar uma olhada, seguir..;
    http://bolgdoano.blogspot.com/

    Muito Obrigada, desde já !

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